As Melhores Máquinas de Água com Gás de 2026
As máquinas de água com gás são uma alternativa prática e sustentável às garrafas descartáveis — e já se tornaram indispensáveis em muitos lares. Marcas como SodaStream dominaram o mercado durante anos, mas hoje existem inúmeras alternativas que apostam em design diferenciado, materiais ecológicos ou maior conforto de utilização. Mas qual aparelho produz realmente a melhor água com gás? Uma série de máquinas de água com gás dos mais variados segmentos de preço foi colocada à prova num teste rigoroso.
Entre os modelos avaliados estavam nomes conhecidos como o SodaStream Crystal 3.0 e o Brita sodaONE, além de alternativas como o Aarke Carbonator Pro e o Mysoda Glassy. O teste revelou que a intensidade e a constância do gás carbónico podem variar bastante de modelo para modelo. E com um dos aparelhos é preciso ter cuidado para a água não transbordar.
Vencedor do Teste: SodaStream Crystal 3.0
O SodaStream Crystal 3.0 é comercializado no “Standard Pack” com um cilindro de CO₂ Quick-Connect, uma garrafa de vidro de 0,7 litros e uma embalagem compacta. O corpo de aço inoxidável com estrutura em plástico preto transmite uma sensação de qualidade, e o manual de instruções é de fácil compreensão. Graças ao sistema patenteado Quick-Connect, o cilindro encaixa rapidamente e sem necessidade de parafusos — porém, apenas os cilindros Quick-Connect específicos da SodaStream são compatíveis, e esses não são baratos: custam cerca de 29,99 euros.
No uso quotidiano, o Crystal 3.0 destaca-se pela montagem simples da garrafa e pela estabilidade no balcão. No entanto, a dosagem manual do gás carbónico exige alguma prática. Pressionar o botão de gasificação por tempo excessivo pode rapidamente causar transbordamento. O resultado em termos de efervescência foi bastante convincente: tanto imediatamente após a gasificação como horas depois, o aparelho manteve-se competitivo em relação à água mineral comprada no supermercado. A garrafa de vidro mostrou-se completamente estanque e pode ser virada em qualquer direção sem derramar uma gota.
Na limpeza, o aparelho apresenta luzes e sombras: a garrafa de vidro é compatível com a máquina de lavar louça, mas o compartimento de aço inoxidável tem de ser limpo manualmente, tanto por dentro como por fora. No geral, o Crystal 3.0 oferece construção sólida, excelentes resultados de gasificação e um sistema de cilindro simples, embora exija a compra de cilindros específicos e trabalhe com garrafas relativamente pequenas.
- PRO
- Inserção fácil do cilindro e da garrafa; bons resultados de gasificação
- CONTRA
- A água transborda facilmente; cilindros de outras marcas são incompatíveis
Resultado do teste: Bom — 2,24
Melhor Custo-Benefício: Philips GoZero
O Philips GoZero é fornecido com uma garrafa PET de 1 litro sem BPA, um cilindro de CO₂ para até 60 litros e uma embalagem compacta. O aparelho combina um corpo em plástico preto com uma cabeça em aço inoxidável cinzento. O manual de instruções revelou-se um pouco confuso. O cilindro é aparafusado pela parte inferior, o que no teste pareceu ligeiramente trabalhoso, mas tem a vantagem de ser compatível com cartuchos de CO₂ comuns disponíveis no mercado.
Em termos de utilização, o GoZero convence pela montagem simples da garrafa e pela boa estabilidade. A gasificação é feita por pressão de botão, e a quantidade de gás carbónico pode ser controlada através de pressões repetidas. Uma dosagem precisa não é possível, e, como na maioria dos modelos, só se pode gasificar água sem açúcar. Nos testes práticos, o resultado de efervescência ficou aquém das expectativas: ao fim de duas horas, o gás já era quase impercetível, e ao fim de quatro horas tinha desaparecido por completo — um desempenho claramente inferior ao da água mineral comprada em loja.
A garrafa incluída parece de qualidade e é completamente estanque, mas não é compatível com a máquina de lavar louça. A limpeza do próprio aparelho é simples, uma vez que todas as áreas são facilmente acessíveis. No geral, o GoZero é uma opção económica para utilizadores ocasionais com baixas exigências em termos de intensidade de gasificação, mas não representa uma alternativa convincente para quem aprecia água com bastante gás.
- PRO
- Utilização simples; garrafa estanque
- CONTRA
- Efervescência muito reduzida na água
Resultado do teste: Satisfatório — 2,73
Outras Recomendações de Máquinas de Água com Gás
Os modelos a seguir foram testados e considerados recomendáveis.
Brita SodaONE
O Brita sodaONE apresentou resultados sólidos em todas as categorias de teste, sem, no entanto, atingir valores de excelência. Introduzir a garrafa no aparelho é simples, embora o sistema de fixação pareça ligeiramente instável. A estabilidade do aparelho na bancada também deixa algo a desejar.
Em termos de gasificação, o sodaONE produz um nível médio de gás carbónico. A garrafa precisa de ser lavada à mão e apresenta uma distância considerável de 8,5 centímetros entre o nível máximo de enchimento e a tampa, o que limita a capacidade útil. Ainda assim, a garrafa é completamente estanque, tornando-a adequada para transportar numa mochila.
Um ponto positivo é a cabeça de gasificação amovível, que pode ser limpa separadamente, proporcionando maior higiene. O resto do aparelho tem de ser limpo à mão. Nos testes práticos, o resultado de efervescência ao fim de quatro horas foi classificado apenas como “satisfatório” — trata-se, no fundo, de uma máquina de água com gás sólida e descomplicada, com algumas limitações menores.
- PRO
- Manuseamento simples; cabeça de gasificação amovível
- CONTRA
- Estabilidade insuficiente
Resultado do teste: Bom — 2,28
Mysoda Glassy
O Mysoda Glassy é fornecido com um cilindro de CO₂ para até 60 litros, uma garrafa de vidro de 1 litro e uma garrafa de plástico de 1 litro. O aparelho é fabricado em alumínio e compósito de madeira, está disponível em três cores e transmite uma impressão de qualidade. O ponto negativo identificado no teste foi a embalagem grande e com muito material. O cilindro de CO₂ é aparafusado em ângulo pela parte inferior, o que requer alguma destreza manual, mas o sistema é compatível com cartuchos comerciais comuns.
No uso diário, o Glassy revelou-se sólido: a garrafa também tem de ser introduzida no ângulo correto e, em seguida, fecha-se uma porta lateral. A gasificação é feita por pressão de botão na tampa, e a quantidade de gás pode ser controlada através de pressões repetidas. Logo após a gasificação, a água apresentava uma efervescência fina e foi classificada como “boa”; ao fim de duas horas, como “satisfatória”; e ao fim de 18 horas, como “insuficiente” — sempre em comparação com água mineral comprada no supermercado.
As garrafas de vidro e de plástico incluídas são completamente estanques, mas requerem processos de limpeza diferentes — as de vidro são compatíveis com a máquina de lavar louça, enquanto a variante em PET só deve ser lavada à mão. Na limpeza, a porta fixa revelou-se particularmente pouco prática, pois o acesso interior é difícil.
- PRO
- Estável; utilização simples; duas garrafas incluídas
- CONTRA
- Manuseamento ligeiramente complicado; excesso de material de embalagem
Resultado do teste: Bom — 2,35
Aarke Carbonator Pro
O Aarke Carbonator Pro utiliza um compartimento com fecho e impressionou pelo acabamento de altíssima qualidade. O seu design robusto transmite uma sensação de elegância, mas ocupa bastante espaço e, por isso, é menos indicado para cozinhas pequenas. Em funcionamento, o aparelho oferece um desempenho consistente.
A intensidade da efervescência pode ser ajustada apenas de forma muito limitada, e a água apresentou no teste apenas uma carbonatação ligeira. No entanto, a consistência da gasificação foi exemplar: mesmo ao fim de 18 horas, não se registou qualquer diferença percetível no teor de gás carbónico, o que valeu ao Carbonator Pro a melhor nota neste critério.
Enquanto a maioria das garrafas de vidro para máquinas de água com gás tem capacidade de aproximadamente um litro, a garrafa do Aarke comporta apenas 0,7 litros. A distância de 6,5 centímetros entre o nível máximo de enchimento e o gargalo da garrafa é comparativamente pequena, o que facilita o enchimento, mas limita a quantidade útil de água.
- PRO
- Acabamento de alta qualidade; o gás carbónico mantém-se por muito tempo
- CONTRA
- Quantidade de efervescência dificilmente variável
Resultado do teste: Satisfatório — 2,69
Conclusão: O SodaStream Continua a Ser a Melhor Máquina de Água com Gás
No conjunto dos modelos testados, o SodaStream Crystal 3.0 destacou-se como vencedor por uma margem estreita: pontuou pela montagem simples do cilindro, pelos excelentes resultados de gasificação e pela durabilidade do gás carbónico — apesar de algumas particularidades operacionais. O Philips GoZero conquistou o prémio de melhor custo-benefício: fácil de utilizar, compacto e compatível com cilindros universais — desde que se aceite uma intensidade de efervescência mais reduzida. Os amantes de design optarão pelo Aarke Carbonator Pro, enquanto quem valoriza a sustentabilidade encontrará no Mysoda Glassy uma opção elegante. O Brita sodaONE permanece uma escolha sólida para quem prefere um aparelho simples e sem grandes extras.
Novo Método de Avaliação 2025
A partir de agora, em cada teste comparativo e individual concluído, é calculada automaticamente uma nota de preço em segundo plano. Esta nota influencia o resultado final numa proporção muito reduzida, na última etapa da avaliação. É importante sublinhar que o processo de teste em si permanece inalterado. O procedimento funciona da seguinte forma:
- Como sempre, todos os produtos são analisados segundo os mesmos critérios objetivos e transparentes, resultando numa nota de teste.
- De seguida, a nota de teste obtida e o preço de venda recomendado pelo fabricante são combinados em partes iguais para calcular uma nota de preço.
- A combinação entre nota de teste e nota de preço (na proporção de 95% para 5%) passa a constituir o novo resultado final — a base para determinar o vencedor ou o perdedor do teste.
O vencedor em custo-benefício continua a ser o produto que oferece a melhor relação entre nota de teste e preço no conjunto dos modelos avaliados.
As Melhores Máquinas de Água com Gás de 2024
Apresentamos a seguir os melhores modelos do ano anterior.
Vencedor do Teste 2024: Bubliq
A máquina de água com gás da Bubliq destacou-se em todas as categorias de teste com resultados consistentemente bons a muito bons. Embora fosse necessário pressionar o botão com alguma firmeza, o resultado era uma água da torneira transformada numa agradável água com gás, que mantinha o seu teor de CO₂ mesmo ao fim de 18 horas.
O Bubliq funciona com uma tampa normal e uma tampa especial para gasificação. Esta última é semelhante à tampa comum, mas da sua parte inferior sobressai a cabeça de gasificação, através da qual o CO₂ é injetado na água. Assim, a garrafa não precisa de ser aparafusada ao aparelho como acontece habitualmente. Em vez disso, é simplesmente colocada numa pequena plataforma de apoio. Em seguida, um pequeno tubo pode ser inserido pela parte superior na tampa especial e, após a gasificação, facilmente retirado.
Este mecanismo foi considerado no teste significativamente mais simples do que as variantes convencionais com tampa de rosca ou compartimento com fecho. Além disso, as formas simples e sem reentrâncias do Bubliq facilitam muito a limpeza. Com umas medidas de 41 x 8 x 16,5 centímetros e um peso de apenas 425 gramas, é de longe o aparelho mais estreito e mais leve de todo o conjunto testado.
O único ponto negativo registado foi que o botão de gasificação era ligeiramente difícil de pressionar, tornando a dosagem de CO₂ apenas aproximada.
Resultado do teste: Bom — 1,9
Melhor Custo-Benefício 2024: Happy Mix Spring PRO
O Happy Mix Spring PRO não se assemelha ao Bubliq, mas no teste revelou-se quase tão bom. Conquistou pela sua elevada e duradoura concentração de gás carbónico, que se manteve ao fim de 18 horas. Aqui também a dosagem precisa era praticamente impossível. Os participantes nos testes relataram um sabor efervescente e refrescante, obtido com uma pressão firme no botão.
No entanto, a inserção do cartucho de CO₂ e o aparafusamento da garrafa com tampa de rosca revelaram-se algo trabalhosos, dificultando o manuseamento. A garrafa do Spring apresenta uma distância de 8,5 centímetros entre o nível máximo de enchimento e a tampa, o que permite uma quantidade considerável de água com gás. No geral, o produto não transmitia uma impressão de grande qualidade construtiva, mas era extremamente funcional e, ao preço de apenas 45 euros, bastante acessível no momento do teste.
Resultado do teste: Bom — 2,0
Blue Fizz da Grohe
O Blue Fizz da Grohe gasifica a água em intensidades variáveis consoante as necessidades. Para isso, o aparelho dispõe de um botão giratório que permite regular a quantidade de CO₂ libertada para a água ao pressionar o botão adicional de gasificação.
A dosagem é também controlada pela duração da pressão. Contudo, o botão giratório era difícil de rodar e, apesar de uma dosagem mais precisa, coloca-se a questão de saber se os ajustes através desse botão são realmente necessários — até porque o Blue Fizz consome energia elétrica para isso.
O aparelho possui uma bateria interna, cujo nível de carga, bem como o nível de CO₂ do cartucho instalado, é indicado num pequeno ecrã no momento do arranque. A garrafa é inserida inclinando ligeiramente a cabeça de gasificação para a frente. Apesar da tampa de rosca, a inserção em si foi relativamente simples. O gás carbónico manteve-se na garrafa até quatro horas sem perdas percetíveis, e ao fim de mais de 18 horas as perdas foram apenas mínimas.
Um ponto negativo diz respeito ao conteúdo da embalagem: apesar de o Blue Fizz necessitar de energia elétrica, a Grohe não inclui nenhum adaptador de corrente juntamente com o cabo de carregamento USB-C necessário.
Resultado do teste: Bom — 2,0
SodaStream E-Duo
O SodaStream E-Duo também necessita de eletricidade, o que lhe vale um ponto negativo em termos de sustentabilidade. O aparelho requer uma ligação contínua à corrente elétrica, uma vez que a dosagem de CO₂ é feita eletricamente através de três botões. Isso não é apenas pouco prático — por obrigar o E-Duo a estar permanentemente ligado a uma tomada —, como também resulta num consumo de energia desnecessário. No teste verificou-se que, embora esta funcionalidade permita uma dosagem mais precisa de CO₂, a gasificação no nível máximo demora o dobro do tempo em comparação com outros aparelhos.
O E-Duo é fornecido com uma garrafa de vidro e uma garrafa de plástico. Ambas requerem uma distância de 9 centímetros entre o nível máximo de enchimento e a tampa. Para fixar as garrafas, o E-Duo utiliza um mecanismo de fecho em vez de tampa de rosca. A garrafa é colocada num compartimento preso ao aparelho, que se fecha para efetuar a gasificação. Este processo é mais simples e ligeiramente mais rápido do que o aparafusamento por rosca. Além disso, o compartimento oferece uma vantagem higiénica, pois dispensa a cabeça de gasificação — essa “seringa” que mergulha na água a cada operação e que nem sempre pode ser limpa separadamente nos diferentes modelos. Isto pode, a longo prazo, ter consequências higiénicas negativas, especialmente em aparelhos autorizados para bebidas açucaradas. No entanto, a limpeza do próprio compartimento foi claramente mais difícil do que a limpeza dos aparelhos com tampa de rosca.
Alguns utilizadores tiveram dificuldade em fechar corretamente o compartimento, o que provocou o transbordamento de uma quantidade considerável de água durante a gasificação. Embora se trate de um erro de utilização, é aconselhável experimentar o mecanismo de fecho várias vezes antes de comprar.
Resultado do teste: Bom — 2,1
5.º Lugar: Brita sodaONE
O Brita sodaONE não falhou em nenhuma categoria, mas frequentemente ficou abaixo do seu potencial máximo. Por exemplo, o manuseamento e a introdução da garrafa por rosca foram simples, mas o sistema de fixação ao aparelho pareceu ligeiramente instável — o mesmo se aplicando à estabilidade geral do aparelho. O teor de CO₂ na água mineral foi igualmente médio. A garrafa tem de ser lavada à mão e necessita de uma distância considerável de 8,5 centímetros entre o nível máximo de enchimento e a tampa.
Um ponto positivo é o facto de a cabeça de gasificação do sodaONE ser amovível e poder ser limpa separadamente, o que representa uma vantagem higiénica. No total, o aparelho tem de ser limpo à mão. A garrafa é suficientemente estanque para não vazar dentro de uma mochila. Ainda assim, a água com gás do Brita foi classificada apenas como “satisfatória” ao fim de quatro horas.
Resultado do teste: Bom — 2,2
6.º Lugar: Aarke Carbonator Pro (2024)
Tal como o SodaStream E-Duo, o Aarke Carbonator Pro utiliza um compartimento com fecho e transmite uma impressão de construção muito premium, embora igualmente volumosa. O aparelho é, por isso, menos indicado para cozinhas com espaço limitado. Oferece um desempenho constante.
Contudo, a quantidade de efervescência era dificilmente variável e a água foi percecionada como apenas ligeiramente gasificada. Por outro lado, os testadores não conseguiram detetar qualquer diferença no teor de gás carbónico ao fim de 18 horas, o que valeu ao Carbonator Pro a melhor classificação neste critério. A garrafa de vidro do Aarke comporta apenas 0,7 litros, com uma distância relativamente pequena de 6,5 centímetros entre o nível de enchimento e o gargalo.
Resultado do teste: Bom — 2,3
7.º Lugar: Philips GoZero Soda Maker (2024)
O Philips GoZero Soda Maker apresenta-se de forma semelhante ao modelo da Brita. O aparelho com tampa de rosca produziu uma água mineral relativamente efervescente. A garrafa tem de ser lavada à mão e necessita de uma distância enorme de dez centímetros entre o nível máximo de enchimento e a tampa. A dosagem era bastante imprecisa, mas a fixação da garrafa ao aparelho e a estabilidade geral foram boas.
A substituição dos cilindros de CO₂ é um pouco trabalhosa. Uma nota importante: o manual de instruções do GoZero Soda Maker adverte contra o uso de cartuchos de outros fabricantes. No entanto, os testes demonstraram que o aparelho funciona sem problemas com cilindros universais.
Resultado do teste: Bom — 2,4
8.º Lugar: Mysoda Woody — Uma Máquina de Água com Gás em Madeira
Mesmo ocupando o último lugar, o Woody da MySoda destacou-se no teste com uma forte capacidade de gasificação, ficando apenas ligeiramente atrás do vencedor. O aparelho utiliza um sistema de tampa de rosca clássico. O revestimento na parte inferior da garrafa pode ser removido, o que por vezes acontecia acidentalmente quando os testadores agarravam a garrafa demasiado abaixo. A garrafa do Woody apresenta uma distância de 9,5 centímetros entre o nível máximo de enchimento e a tampa.
Um ponto positivo é o facto de a cobertura superior do Woody também poder ser removida. Isso evita o aparafusamento do cilindro de CO₂ pela parte inferior, que seria algo difícil. Em alternativa, o cartucho pode ser facilmente aparafusado à cobertura e depois inserido no aparelho.
Dado que a sustentabilidade pode ser um fator determinante na escolha de uma máquina de água com gás, a MySoda criou algo especial no Woody. Enquanto os outros aparelhos são feitos de plástico rígido, o plástico do Woody é, segundo o fabricante, composto a 99% por compósito de madeira. Desta forma, o aparelho seria teoricamente biodegradável a longo prazo. Experiências com vários tipos de bioplástico mostram que as instalações de compostagem convencionais ainda não estão preparadas para bioplásticos, pelo que a reciclagem pode ser difícil. Ainda assim, importa sublinhar que a estrutura do aparelho não é derivada do petróleo e que a madeira presente na sua carcaça armazena CO₂.
Quem estiver preocupado com o facto de o material poder inchar em contacto com a água pode ficar descansado: do material original madeira, pouco resta visível no Woody. O que existe é um plástico resistente à água, fabricado a partir de madeira.
Resultado do teste: Bom — 2,5
Como São Testadas as Máquinas de Água com Gás
As máquinas de água com gás são avaliadas em diferentes áreas de teste. Uma das mais importantes é, naturalmente, o resultado de efervescência. Aqui verifica-se como a água produzida pelo aparelho se compara com uma água mineral comprada no supermercado com a intensidade “Classic”. O primeiro valor é registado imediatamente após a gasificação. De seguida, a efervescência é avaliada duas, quatro e 18 horas depois.
Igualmente relevante é o manuseamento e a operação dos aparelhos. Com que facilidade se insere o cartucho de CO₂ e a garrafa? Como e com que precisão se pode dosear o teor de gás carbónico? Os acessórios também são colocados à prova: de que material são feitas as garrafas compatíveis? Qual o seu custo e são realmente estanques? Por último, são avaliados o esforço de limpeza das máquinas e a sustentabilidade da embalagem.
Guia de Compra: Vale Mesmo a Pena a Alternativa DIY?
A água mineral custa entre 20 e 50 cêntimos por litro. A água da torneira custa aproximadamente 0,2 cêntimos. Um cilindro de CO₂, também chamado cartucho, rende cerca de 60 litros segundo o fabricante e custa aproximadamente 8 euros. Dependendo da intensidade de efervescência preferida, uma máquina de água com gás começa a ser rentável a partir de aproximadamente 300 litros de água gasificada.
O ganho em termos de comodidade é difícil de quantificar com precisão, mas é inegável: com um aparelho em casa, deixa de ser necessário carregar pesadas garrafas de água mineral do supermercado. Se somarmos ainda a vantagem de se poupar enormes quantidades de gases de efeito estufa e de resíduos — ao dispensar garrafas de plástico e o transporte massivo de água mineral por todo o país —, o investimento justifica-se logo com a primeira garrafa de água gasificada.
As garrafas de vidro compradas no supermercado também não são uma alternativa sustentável às máquinas de água com gás. Por um lado, a sua limpeza é relativamente trabalhosa. Por outro, o seu transporte gera muito mais emissões do que o uso prolongado de uma máquina de água com gás em casa.
Perguntas Frequentes sobre Máquinas de Água com Gás
1. Como funciona uma máquina de água com gás?
Uma máquina de água com gás introduz gás carbónico na água da torneira através de um cilindro de CO₂. Para isso, insere-se uma garrafa de água no aparelho e, ao acionar um mecanismo — geralmente pressionando um botão —, o CO₂ é injetado na água, tornando-a efervescente. A quantidade de gás pode frequentemente ser regulada através de pressões repetidas, para atingir o nível de efervescência desejado. A intensidade e a durabilidade da efervescência variam consoante o modelo.
2. O que devo considerar ao comprar uma máquina de água com gás?
Ao adquirir uma máquina de água com gás, os seguintes aspetos são importantes:
- Compatibilidade:










